segunda-feira, 5 de outubro de 2015

43,7%



Será que quarenta e três vírgula sete por cento de taxa de abstenção significa que quarenta e três vírgula sete por cento da população eleitoral portuguesa não se importaria de viver em regime autocrático?


13 comentários:

  1. Eu acho que não se importaria de viver como fosse, desde que levasse a vidinha para a frente. (Desses 43%, porém, há que retirar alguns dos 450 mil que emigraram, já para não falar da desactualização dos cadernos eleitorais.)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ricardo, mesmo fazendo os devidos arredondamentos, é muita gente, caramba...

      Eliminar
  2. Talvez estejam tão decepcionados que não acreditam em mais nenhum partido...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Gábi, essa deceção, que eu compreendo perfeitamente, pode e deve ser expressa de outras formas...

      Um beijinho

      Eliminar
  3. Infelizmente, a organização tb deixou muito a desejar e houve ecções de voto em que as pessoas desistiram porque as filas eram enormes. Eu esperei meia hora e sei o que me custou estar em pé. E tb há os que não se interessam, ou porque acham tudo uma pachochada, preferiam a outra senhora ou são idosos. Os jovens tb abdicam muitas vezes do seu direito de voto. O meu filho por estar nos EU não pôde votar.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo consigo, Virginia. A organização deixou muito a desejar e, também eu, estive mais de meia hora à espera. No entanto, não acho que isso seja razão para não votar...

      Um beijinho

      Eliminar
  4. Infelizmente nunca saberemos, porque mesmo que se referendasse não iriam votar...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sim, também acho. Mas confesso que não consigo compreender. Compreendo a desilusão, a deceção e a falta de esperança nos partidos políticos, mas, contudo, há sempre a opção do voto em branco ou do voto nulo...

      Um beijinho

      Eliminar
  5. Parece-me que a preguiça e o descontentamento serão dois grandes factores!
    Não concordo com nenhum deles!
    Para mim é muito importante ter a consciência que é um Direito que foi muito dificil de conquistar.
    Estando no estrangeiro, segundo a comissão de eleições, há regras a seguir e tenho duas pessoas chegadas que as seguiram e votaram sem problemas.
    Quanto ás filas para votar, ainda me lembro da primeira vez que votei em 1975 a fila que tivemos que vencer tinha meio km!!! :))
    Acredito piamente que quem quiser votar:vota.
    beijinhos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu também penso assim. Votar não é um dado adquirido, mas um direito que importa preservar, pois foi difícil de conquistar.

      Um beijinho, Papoila

      Eliminar
  6. São números a que vamos estando habituados. Há um desinteresse global por desistência/cansaço mas também uma boa dose de preguiça mental. Não se tenta ler a situação, conhecer as propostas, pensar criticamente. Não se "arrisca" nem se "risca". Bjs

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Pois é, M Campos. Ao não se arriscar, está-se a riscar mais uma possível linha no esboço do futuro.

      Um beijinho

      Eliminar