domingo, 22 de novembro de 2015

O maior inimigo vive dentro de nós





Curta-metragem de Norman Mclaren (1952)


10 comentários:

  1. Sem dúvida.
    Jamais nos entenderemos. Não estou a ser pessimista, só realista.
    Se nas coisas mais simples e belas o ser humano revela o seu lado mais perverso ou imbecil, nos mais graves e delicados os adjetivos que qualificam as ações dos implicados não têm fim.
    Felizmente há o pôr-do-sol e pessoas que fazem a diferença.
    Bom domingo.

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    1. Esta curta-metragem que recebeu um óscar em 1953 é uma reflexão de Norman Mclaren a propósito das disputas ideológicas respeitantes à Guerra Fria, bem como sobre a guerra da Coreia. Parece que, deste essa altura, o mundo não mudou mudou. Mas temos sempre o pôr-do-sol e as pessoas que fazem essa diferença que refere.

      Bem-vinda Ava Pain

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  2. Fabuloso.

    E real....infelizmente...

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    1. Continua a ser uma metáfora dos tempos atuais, infelizmente.

      Um beijinho, Virginia

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  3. Muito interessante!
    Infelizmente a estupidez dos homens leva a isso.

    Beijinhos

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    1. Neste tipo de situações, sabe-se sempre como tudo começa, mas não se sabe nunca como termina. No filme, tal como sucede na realidade, as consequências de uma guerra são devastadoras.

      Um beijinho, Isabel

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  4. Miss Smile, é tão triste ter de aceitar que estas imagens não têm nada de ficção.
    Oxalá fosse possível, considerá-las só fruto da imaginação dos realizadores.
    Boa noite.
    um beijinho,
    Mia

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    1. O ideal seria esse mesmo, que não passassem de imagens imaginadas.

      Um beijinho, Mia

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  5. Olá Miss Smile,

    Não poderia haver maior exemplo do que o mostrado através desta ótima curta-metragem. Incrível como o egoísmo humano se sobrepõe aos mais belos sentimentos. Sem respeito e amor ao próximo jamais conseguiremos construir a paz que tanto almejamos. Somente quem a traz no coração será capaz de repassá-la, numa corrente de solidariedade, amor e fraternidade.

    Obrigada pela indicação do link.

    Beijo.

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    1. A Paz começa sempre dentro de nós, nos nossos pensamentos e ações. Não basta olhar para o que os outros fazem. O trabalho tem de começar connosco próprios.
      Achei que esta curta-metragem vinha mesmo a propósito do seu texto.

      Um beijo, Vera

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