terça-feira, 20 de setembro de 2016

A memória que importa



O mais importante não são as histórias de acontecimentos passados. O que é importante é a memória do passado que se escreveu em nós e nas nossas vidas. Não é a quantidade de experiências que nos define. Ou a sua intensidade. Vida não significa necessariamente vivacidade. Não são as viagens, as leituras, as paixões, as buscas que mais nos explicam. O que nos torna singulares são as memórias das pessoas que fizeram de nós aquilo que somos. E a melhor forma de as honrar é sermos a pessoa que fizeram de nós. 




[Para a minha mãe e para o meu pai]